25 de outubro de 2020
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Thomas Traumann é jornalista e consultor independente. É autor do livro “O pior emprego do mundo” (editora Planeta), sobre o cargo de ministro da Fazenda e Economia, e da série de entrevistas “Década de Rupturas”, para o jornal O Globo. Você pode comprar o livro clicando aqui e baixar a série entrevistas em e-book clicando aqui.

Traumann mantem uma coluna semanal de política no jornal digital Poder360 e um podcast no site da revista Veja. Ele é pesquisador associado da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (DAPP-FGV), no Rio de Janeiro. 

Carreira

Formado em jornalismo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Traumann trabalhou quase trinta anos em redações. Foi editor e repórter de política, economia e meio ambiente do jornal Folha de S. Paulo e das revistas Veja e Época.

Em 2007, montou a operação brasileira da empresa de comunicação corporativa espanhola Llorente&Cuenca. Foi o diretor Brasil da companhia até 2010, quando se tornou diretor-executivo da agência de comunicação FSB, no Rio de Janeiro.

Entre 2011 e março de 2015, Traumann trabalhou em comunicação pública. Foi porta-voz presidencial e ministro da Secretaria de Comunicação Social. Como ministro organizou a estratégia digital do governo federal, além de coordenar a comunicação da Copa do Mundo. O projeto de comunicação “Fora do campo: o Brasil na Copa do Mundo da Fifa 2014” foi eleito o melhor case de comunicação pública do mundo segundo a revista britânica PR Week Global Awards. No período, foi membro das delegações oficiais do governo brasileira em todos os encontros de cúpula do G20 e BRICS e integrou o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República.  

De volta à iniciativa privada desde 2015, Traumann montou sua consultoria especializada em estratégias de comunicação corporativa, gestão de crise de imagem e análise de risco político. Entre os seus clientes estiveram corporações como o Grupo Pão de Açúcar, Oi, Hypermarcas, Andrade Gutierrez, a Fundação Getúlio Vargas e o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, além de bancos, fundos de investimentos e escritórios de advocacia.

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